
Um ensaio sobre crítica à civilização e sua relação com a “banalidade do mal” como crítica à reprodução automática da ordem social.
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Um ensaio sobre crítica à civilização e sua relação com a “banalidade do mal” como crítica à reprodução automática da ordem social.
Continuar a lerEste ensaio é uma tentativa de abordar os conflitos e as relações possíveis entre as perspectivas comunistas e a crítica à civilização. Ele foi escrito com a intenção de iniciar um debate mais proveitoso para ambas as partes, e não para resolver esses conflitos de modo definitivo.
Continuar a lerParte 3 de Possessão: Uma crítica anarquista anticivilização à posse.
O mundo foi possuído pela ideia de posse, mais precisamente, pela ideia de que ele pode ser possuído por seres humanos, únicos possuidores legítimos de alguma coisa. A posse é uma ideia metafísica, uma afirmação da espiritualidade humana pela identidade negativa com um mundo que perdeu sua qualidade espiritual. A civilização é uma possessão demoníaca do mundo pelo ser humano. Como exorcizar o mundo e passar da naturalização da posse para o objetivo político de despossuir o mundo?
Continuar a lerParte 2 de Possessão: Uma crítica anarquista anticivilização à posse.
A desigualdade social não é determinada pela natureza. Não é porque as pessoas são diferentes que precisa haver hierarquia entre elas. A partir da compreensão crítica à civilização, nós chegamos a uma conclusão semelhante: A separação entre sujeito e objeto não é determinada pela natureza. Não é porque os seres são diferentes que precisa haver uma hierarquia entre eles. A posse depende dessa hierarquia. O que significa que a posse não pode ser justificada pela natureza. A existência de possuidores e coisas possuídas não é uma necessidade biológica, mas uma forma de vida baseada numa relação de poder socialmente construída. Então, precisamos compreender melhor a origem e a natureza dessa relação de poder.
Continuar a lerParte 1 de Possessão: Uma crítica anarquista anticivilização à posse.
Na tradição anarquista, o conceito de posse geralmente é apresentado em oposição ao conceito de propriedade, traçando um limite para a legitimidade do ato de possuir coisas, sem rejeitar por completo esse ato em si.
Continuar a lerUma breve introdução à crítica anarquista anticivilização, entendida como crítica ao processo histórico de dominação e destruição ecológica, e defesa de formas de vida diferentes do modelo civilizatório dominante.
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Um zine sobre monogamia de uma perspectiva eco-anarquista. Escrito por Mae Bee. Título original: A green anarchist project on Freedom and love. Tradução: Raysa Muller.
Link para o texto: https://medium.com/afetos-insurgentes/um-projeto-anarquista-verde-por-liberdade-e-amor-478097cae31e
Valeu pelo comentário. Realmente esse é um assunto sensível e a primeira reação é quase sempre negativa. Leva um tempo…